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Dei para outro morador de rua, velho, negro, mas que também tem um pauzão enorme

Publicado em 4 de dezembro de 2025 por Edilene Soares.

Oi meus amores! Vou contar prá todos vocês mais aventuras eróticas que eu fiz. A loja que eu gerencio inaugurou mais uma filial no bairro vizinho, eu fui transferida para lá. Com isso, tive que mudar o caminho de percurso para o trabalho e todos os dias eu passo perto de uma padaria.

Praticamente todos os dias eu dou uma parada ali naquela padaria para comer alguma coisa. Praticamente todos os dias eu vejo um senhor magro, negro, já bem idoso perto daquela padaria. Até que certa vez ele me pediu para eu comprar na padaria alguma coisa prá ele comer. Comprei um pedaço de bolo juntamente com uma latinha de refrigerante e dei para ele.

Nossa, o velho negro morador de rua ficou contente, me agradeceu dizendo o seguinte, olhando para mim: “Moça, eu nem sei o que falar prá você, mas muito obrigado. Você sendo uma moça bonita também tem um coração bom!” Depois de três dias, eu vi novamente aquele velho ali perto daquela padaria. Parei o meu carro e dei para ele uns trocados. O homem me agradeceu, então eu lhe perguntei: “O senhor mora aqui por perto ou nessa região?

Porque eu vejo sempre o senhor por aqui!” Então o homem negro me disse: “Moça, eu moro pouco adiante daquele matagal que tem naquela rua que começa logo ali e que você passa todos os dias para ir e voltar do trabalho. Eu moro em um porão de uma casa que a construção foi paralisada já há anos. O dono dessa casa deixa eu dormir lá no porão!” Realmente, aquela rua tem um matagal com vários terrenos baldios e tem essa casa que a construção foi paralisada. Com isso, descobri que aquele senhor negro era um morador de rua, mais um na minha vida, e eu já comecei a ficar entusiasmada com o velho negro.

Até que um dia desses, mais uma vez eu voltava do trabalho, vi o velho caminhando por aquela rua rumo a tal casa. Nisso, eu parei o meu carro e ofereci uma carona. Óbvio que ele aceitou, entrou no meu carro rapidinho. Já estávamos em frente à casa que aquele velho diz que mora.

Antes dele descer do meu carro, ele me chamou para eu entrar um pouco na casa dele. Naquele dia não aceitei porque eu estava apressada para chegar em minha casa, porque tinha algo importante a ser feito. Entretanto, prometi a ele que da próxima vez iria sim entrar, pelo menos um pouco, na casa dele. Bom, os dias se passaram.

Fiquei aproximadamente uma semana sem ver aquele homem negro, até que um dia vi ele caminhando por aquela rua. Como agi da outra vez, parei o carro oferecendo para ele uma carona. Assim que ele entrou no meu carro, o velho me lembrou e me cobrou, dizendo: “Moça, da outra vez que você me deu carona, me prometeu que da outra vez você entraria em minha casa. No caso, seria hoje, né mesmo, moça!?” Sorrindo, falei pra ele: “O senhor realmente tem toda razão.

Sim, prometi e vou cumprir. Vou conhecer onde o senhor dorme e mora!” Quando chegamos em frente à casa dele, desci juntamente com aquele senhor negro. Ele demostrando uma satisfação imensa por eu ser uma loira refinada ter aceitado o convite dele, um morador de rua velho, negro, de conhecer a casa dele, que na verdade ele mora é no porão de uma casa que a construção dela foi interrompida. O velho falou comigo que já há cinco anos que ele mora ali naquele porão.

Naquele dia eu estava vestida com uma calça tipo social muito apertada, aliás, semelhante a uma calça legging. Dava para perceber o tamanho exato de minha buceta, tamanho enorme de minha bunda e estava também com uma blusa super decotada. Dava para perceber parte do meu sutiã e meus seios. O homem negro, muito mais velho que eu, não tirava os olhos de mim.

Ele me olhava da minha cabeça aos meus pés, parecia que estava me admirando. Nisso, então ele falou assim pra mim: “Moça, eu nem tô acreditando como pode você, uma loira refinada, perfumada, linda, perdendo seu tempo dando atenção para um velho negro morador de rua que dorme no porão de uma casa que a construção foi abandonada. Você, moça, deve ser casada ou mora com alguém ou tem pelo menos um namorado, porque você é muito linda!” Achei engraçado ele me dizer essas coisas e, sorrindo, respondi para ele: “Olha só, senhor, eu estou amando conhecer onde o senhor dorme. Eu amo moradores de ruas, ainda mais negro velho como o senhor.

Vou falar a verdade para o senhor: não sou casada, não moro com ninguém e nem namorado eu tenho!” Com essas minhas palavras, sinalizei para o velho algo a mais e percebi também o volume do pauzão dele dentro da calça e percebi também que era um pauzão enorme, do jeito que eu gosto e adoro. Eu já estava louca para ver, pegar e chupar o pau daquele velho, igual eu já chupei de muitos outros velhos negros e moradores de rua. Por incrível que pareça, parece que o velho leu meus pensamentos e ousadamente me perguntou: “Moça, se eu te mostrar meu pau, você tem coragem de pegar nele e bater uma punheta prá mim?” Dei uma risada, dei um suspiro, respondendo para o velho: “Claro que sim, quero ver e pegar no seu pau. Até parece que o senhor leu meus pensamentos, porque era o que eu queria fazer!” Quando o velho ouviu a minha resposta, ele imediatamente desabotoou a calça, colocando para fora um pauzão enorme, preto, extremamente grosso e monstruoso.

Alisei aquele pauzão, alisei até às bolas. O pistolão estava super ereto. Nisso, o velho me pediu: “Então, moça, bate com as suas mãos uma punheta prá mim. Vou soltar um esguicho de porra, você vai ver!” Gente, comecei a punhetar aquele pauzão preto com ele preso em uma das minhas mãos.

Entretanto, eu fui seduzida por aquele pistolão. Me dei conta já estava agachada, tirei minha blusa mais o sutiã, soltando meus peitões enormes de dentro do sutiã. O velho negro, como outros tantos, ficou encantado ao ver meus peitões enormes. O velho negro, como tantos outros, ficou encantado com os meus peitões.

Ah, pessoal, eu caí de boca, chupando loucamente aquele pauzão. Chupei bastante a cabeça daquele pauzão, pensei que não iria caber em minha boca. Entretanto, o velho me segurou pelos meus cabelos loiros lisos e socou, fazendo o pauzão ir até a minha garganta. Eu senti tudo.

O homem socou mais, contudo continuei chupando deliciosamente aquele pistolão. Enquanto eu chupava, eu me masturbava gostosamente, batendo uma deliciosa siririca com três dedos atolados na minha buceta. Nisso, eu senti um parecer na minha boca que o pau estava engrossando. Nisso, o velho gozou, soltando um esguicho de porra quente, enchendo minha boca e escorrendo pelo meu queixo.

Eu também gozei batendo a siririca. Em seguida, o velho tirou o pauzão monstruoso da minha boca e me perguntou: “Eh, moça, gostou de ter ganhado na boquinha porra quente do meu pauzão?” Eu ainda com a boca cheia de porra, ainda escorrendo pelo meu queixo, respondi: “Ah, senhor, adorei e amei. Sua porra é uma verdadeira delícia!” O homem pegou nos meus seios, apalpou eles com as mãos. O velho mamou nos meus seios e disse o seguinte a respeito dos meus seios: “Você, moça, têm seios grandes, durinhos e gostosos.

Que peitões você têm, né, moça!” Depois de me dizer essas coisas, ele mamou mais nos meus seios e naquele dia não passou disso. Fiquei uns dez dias sem passar por aquela rua. Senti saudades do pistolão daquele velho negro e todas às noites eu me masturbava, batendo uma siririca para me aliviar um pouco. Eu estava decidida: na próxima vez que encontrar com aquele senhor, eu iria dar para ele a buceta.

No dia que voltei a passar por aquela rua, quando eu passei em frente ao porão que habitualmente ele dorme, eu o vi. De imediato, parei meu carro, desci e perguntei para o velho: “Oi, o senhor está bem? Tudo tranquilo com o senhor? Sentiu minha falta?” O velho me respondeu: “Tudo bem comigo, só que senti sim muita falta de você, moça.

Pensei até que nunca mais iria ver você, porque você é uma moça linda, loira, cheirosa, perfumada. Deve ter muitos interessados em você, né mesmo, moça. E eu sou apenas um velho negro morador de rua que dorme num porão de uma casa que a construção foi interrompida!” Entretanto, eu respondi para ele: “Como eu iria esquecer desse pauzão preto monstruoso que o senhor tem? Hoje eu quero sentir esse pauzão atolado por inteiro na minha buceta!” Entrei com o velho para dentro daquele porão.

Ele fechou um portão. Já estava anoitecendo. Eu logo tirei minha blusa mais o sutiã, soltando meus peitões, deixando eles livres. Pessoal, quando aquele morador de rua viu meus seios enormes, agarrou eles, apertou eles, mamou bastante neles.

Nisso, eu falei prá ele: “Senhor, tá bom demais o senhor chupando meus seios, mas agora eu quero sentir seu pistolão preto monstruoso penetrando na minha rachada!” Tirei a minha saia. O morador de rua me viu só de calcinha vermelha. Deitei sobre o colchão, tirei minha calcinha. O morador de rua viu a minha buceta escandalosa coberta por pêlos.

Ao ver minha buceta, ele disse o que eu já esperava: “Moça, que bucetona enorme e cabeluda você tem. Deve ser gostosa demais. Vou enterrar meu pistolão nela e você, moça, vai gostar muito!” O homem colocou aquele pauzão preto enorme, monstruoso, para fora da calça. Senti aquela cabeça enorme, quente, na entrada da minha rachada e não estava acreditando que estava dando novamente para um outro morador de rua.

E como eu sempre faço quando estou debaixo desses homens negros pauzudos, mais uma vez eu rebolei, fazendo aquele pistolão adentrar, penetrar na minha bucetona enorme cabeluda. Entretanto, o velho socava sem parar e o contraste das minhas reboladas com as socadas dele fazia o pauzão penetrar mais ainda na minha buceta. Eu fiquei extremamente excitada e não parei de rebolar. Nisso, eu gozei gostoso.

Fazia tempo que eu não gozava em um pauzão com aquele tamanho enterrado em minha buceta. No momento que eu gozei, minha buceta apertou ou mordeu o pauzão do velho, fazendo ele gozar, enchendo minha buceta de porra. E como foi delicioso aquele momento. Eu me sentia mais uma vez como uma verdadeira puta safada.

O velho tirou o pistolão da minha buceta, estava todo lameado de porra. Caí de boca, chupando aquele pauzão preto. Limpei ele com a minha própria língua. O velho adorou e gostou tanto que gozou na minha boca.

Eu engoli a porra toda. Depois, aquele senhor pegou nos meus peitões, mamou bastante neles. O velho negro, como outros tantos, se encantou com os meus peitões e disse assim prá mim: “Vou dizer a verdade prá você, moça. Eu nunca em toda minha vida nunca tinha visto tão de perto peitões tão grandes como os seus.

E o melhor, eu estou pegando, apalpando e até mamando neles!” O morador de rua ainda me disse: “Moça, nem em sonhos eu imaginaria que uma loira gostosa como você iria dar para mim a buceta. Eu, um velho negro morador de rua!” Eu então o perguntei: “O senhor gostou?” O velho me respondeu: “Moça, eu gostei e muito. Você tem uma buceta gostosa demais!” Então ele me perguntou: “Moça, você gostou de eu ter te comido? O que você achou do meu pauzão preto?” Eu: “Senhor, adorei o senhor ter me comido.

Amei esse pauzão preto monstruoso atolado em minha buceta!” Em seguida, vesti minha roupa, despedi daquele velho. Ele, óbvio né, me perguntou: “Eh, moça, vai me dar mais vezes? Da próxima vez eu quero comer também o seu cuzinho! Você, moça, me promete que vai deixar eu comer o seu cuzinho?” Eu, sorrindo, respondi para aquele morador de rua: “Possivelmente sim.

Vou dar para o senhor mais vezes e pode ter certeza disso. Da próxima vez, vou dar também o meu cuzinho para o senhor comer!” Então eu vim aqui para minha casa feliz por ter dado a buceta a mais outro morador de rua, velho, negro, magro, mas que tem um pauzão preto enorme, monstruoso, gostoso. Meus amores, beijos 💋!!?? Edilene Soares!!??

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