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Eu fui à procura do morador de rua negro, magro, mas que tem um pauzão preto enorme

Publicado em 4 de dezembro de 2025 por Edilene Soares.

Oi meus amores! Vou dizer prá vocês a mais pura verdade. Senti saudades do velho morador de rua, ou melhor, senti saudades foi mesmo do pauzão preto enorme monstruoso que aquele velho tem. Fazia dias que eu não o via nem perto daquela padaria local que eu o conheci, nem mesmo perambulando por aquela rua a qual eu passo todos os dias.

Eu já não estava aguentando o desejo de chupar novamente aquele pistolão, e todas as noites eu me masturbava batendo uma siririca antes de dormir. Então eu decidi ir até ao porão onde aquele velho negro costumeiramente dorme. Um dia desses, quando eu retornava do meu trabalho, passei em frente ao porão que aquele velho dorme. Parei meu carro, desci e fui até ao portão do porão.

Estava fechado, trancado e nem sinal daquele velho negro. Aí então eu fiquei com uma dúvida e me perguntei: será que aquele velho negro morador de rua não está dormindo mais ali naquele porão? Bom, fiquei mais de uma semana sem vê-lo nos lugares que costumeiramente eu o via e estava ficando louca para reencontrá-lo. Até que um dia, mais uma vez, eu estava voltando do trabalho para casa, quando me aproximei da casa que tem porão e que o velho dorme.

Quem eu vejo ali? O velho negro morador de rua! Até parece que aquele senhor negro estava à minha espera. Gente, quando eu vi o velho, fiquei extremamente feliz a ponto que meu coração bateu mais acelerado e minha buceta sinalizava, desejando o pauzão preto do velho penetrando nela.

Até meus seios pareciam estar maiores e mais duros. Eu estava louca para sentir as mãos do velho tocando e apalpando meus seios. Eu estava louca para mamar, chupar o pistolão daquele morador de rua. Eu estava com vontade imensa em dar a buceta e o cuzinho para aquele velho.

Parei o meu carro, desci já falando com aquele senhor: “Ué, pensei que tinha mudado daqui, ido embora para outro lugar. Que bom ver o senhor novamente por aqui neste lugar!” Nisso o velho me disse: “É, moça, eu estive fora. Fui passar uns dias na casa de meu primo no outro bairro, distante daqui, porém aqui mesmo em Campinas. Mas não esqueci de você.

Lembrava de você, moça, todos os dias!” Eu rapidamente entrei para dentro do porão com aquele senhor. Lá dentro do porão, o velho foi colocando para fora da calça o pauzão preto enorme. Nossa, que pauzão monstruoso o velho negro morador de rua tem! Eu não resisti, cai de boca fazendo aquela deliciosa sucção, chupando alucinada o pistolão.

Gente, eu não canso de afirmar: eu adoro chupar um pauzão preto. O homem negro socava sem parar, enquanto eu chupava deliciosamente o pistolão do velho, eu me masturbava gostosamente batendo uma deliciosa siririca. Estava tão bom que eu revirava meus olhos e minha respiração estava ofegante. No entanto, o homem me disse: “É, moça, o que eu quero agora é sentir esse meu pauzão preto atolado inteiramente na sua buceta.” Nisso, o velho tirou o pistolão da minha boca, esfregou ele na minha cara.

Ah, que delícia sentir o velho esfregando aquele monstruoso pistolão na minha cara! Em seguida, tirei minha blusa mais o sutiã e meus peitões enormes ficaram livres, soltos. O homem negro pegou, apalpou e mamou deliciosamente neles o tempo que quis. Depois que ele tinha mamado à vontade, tirei a minha bermuda jeans, fiquei somente com uma calcinha vermelha, deitei no colchão, tirei a minha calcinha e minha buceta coberta por pêlos ficou escancarada, bem visível para o velho negro.

Ele ficou mais uma vez encantado com a minha buceta e disse: “Moça loirona, eu não canso de afirmar: você tem uma bucetona cabeluda muito linda e gostosa!” Nisso eu falei prá ele: “Senhor, por favor, atola esse pistolão preto monstruoso na minha buceta, enche ela de porra. Eu vou adorar!” O velho negro morador de rua entrou entre minhas coxas extremamente grossas. Senti o pauzão penetrar na minha buceta, aquele monstruoso pistolão. Rebol

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