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MINHA TIA LAURA – PARTE 1

Publicado em 8 de outubro de 2022 por Cafetão

Não queria contar essa história. Prometi que jamais a revelaria a quem quer que seja. Mesmo assim, vou cumprir minha promessa. Como os contos eróticos estão na moda, resolvi editar e publicar, usando nomes fictícios, que seria difícil de identificar.
Desde os 14 anos que fui criado pela minha tia Laura.

Meus pais haviam morrido num acidente automobilístico na descida da Serra do Mar, e minha tia Laura se prontificou tomar conta de mim. Ela era separada e não tinha filhos, aliás, não engravidava de jeito nenhum.
A nossa convivência dentro de uma casa modesta e espaçosa, decorria num ambiente de cumplicidade e amizade. Ela demonstrava que gostava muito de mim, e eu a adorava com sinceridade. Brincávamos, conversávamos e contávamos todo tipo de piadas. Não nos víamos como mãe e filho, mas como dois amigos estritamente sintonizados.

Tia Laura, era então, uma mulher de 36 anos, bonita e dona de um corpo bem feito, tinha seios de tamanho médios, pernas e coxas compridas e torneadas e um traseiro carnudo e redondo. E sua alegria contagiante cativava qualquer um. Dávamo-nos muito bem, e o dia a dia dentro de casa nos dava a chance de saber os mais íntimos detalhes um do outro.
Via-a de diversos jeitos. Sabia quando estava menstruada, quando tomava banhos, urina e defecava. Sabia a cor de suas calcinhas, dos seus sutiãs, das suas roupas de passeio e de dormir. Flagrava-a de camisola, de calcinha, de bermudas folgadas e de shorts apertadinho. Perdi a conta de quantas vezes vi os pelos de sua buceta , quando se agachava ou se sentava de mal jeito.

Ela trabalhava numa grande loja do centro da cidade, e eu estudava o ultimo ano de Engenharia Eletrônica, quando estourou a pandemia do Corona vírus, e todo mundo teve que ficar isolado dentro de suas respectivas casas. Ficamos, titia Laura e eu presos entre quartos paredes, só com direito a sair no quintal e usando as máscaras de proteção.

Os movimentos das ruas sumiram, e o único meio de se comunicar era pelo celular. Ninguém visitava ninguém. Para muitos o isolamento se tornou maçante, sufocante e cheio de traumas. Mas, para mim e titia, não!
A gente inventava passatempos diversos: jogo de cartas e tabuleiro de damas. Assistíamos filmes no Net Flix, nos canais de TV e no DVD da sala ou no meu quarto, onde tinha um considerável equipamento de Vídeo Cassete, monitores e uma infinidade de fitas VHS de todos os tipos: filmes comuns e eróticos dos mais escabrosos que se possa imaginar. Guardava DVDs e fita K7 numa ampla prateleira, onde tinha livros e revistas de vários tipos. Era meu reduto desde a adolescência, e onde me escondia para estudar e bater memoráveis punhetas, vendo os filmes ou tendo um dos livros mais sacanas que gostava: Eu Sou o Pecado. Mas, tudo isso não me tirava o foco nos estudos e na vontade de me formar.

A pandemia veio para entravar tudo. Mesmo com as distrações e meios inventivos de se passar os dias e as noites, tanto eu quanto titia Laura, as vezes ficávamos nervosos e cheio de maus humores. Não nos estranhávamos, mas ficávamos silenciosos e amuados, cada um no seu canto., divagando nos seus próprios pensamentos.

Ouvíamos todos os dias os noticiários da Globo e a estáticas das mortes pelo Brasil e pelo mundo. A Covid-19 fazia vítimas indiscriminadamente e não dava trégua a hospitais, médicos e a enfermagem. O medo e o receio corria solto por todos os cantos das cidades, e principalmente na maior cidade do país. Agora, vou fazer um retrospecto da minha vida sexual, fora as masturbações, é lógico, e as de titia Laura.
A minha é fácil de dizer. Vez ou outra ia na zona e fudia uma das meretrizes ou então as periguetes que apareciam. Estava com vinte anos e não pretendia me casar tão cedo. Leila, uma safadona que comia vez ou outra, com o surgimento da pandemia, se tornou um fruto proibido e ariscado. Um contacto carnal era perigosíssimo. Só restava a masturbação e nada mais.

Vendo os filmes pornográficos ou lendo os livros eróticos, entrava em ebulição rapidinho. O membro estourava de tão duro e corria pro banheiro ou no meu próprio quarto para aliviar o tesão. As cenas dos filmes e a leitura erótica, fazia-me imaginar as mulheres que havia fudido: suas bucetas, seus seios, suas bundas e os cus que algumas não faziam questão de dá-los ou fazer um gostoso boquete. Lembrava de Ana, de Beatriz, de Ângela e de tantas outras que adoravam a putaria.
Todas essas lembranças vieram à tona durante a pandemia.
E quanto a titia Laura? Como ela estaria passando sexualmente?

O pouco que sabia sobre sua vida pessoal e íntima, era que tinha periódicos relacionamentos com alguns namorados. Sempre dizia que não queria se casar. Iria morrer solteirona. Se era virgem ou não , eu não sabia. Mas via, durante todos esses anos em que convivíamos na mesma casa, que ela se refugiava no seu quarto ou no banheiro e passava horas trancada, fazendo não se sabe o quê
Acho que se masturbava, Pois, certa vez encostei o ouvido no buraco da fechadura e ouvir seus gemidos misturados, com os ruídos da água do chuveiro, do bidê ou da pia. Ai, ela aparecia mais calma e ia fazer alguma coisa na cozinha, na área de serviço, no quintal ou assistir algum programa na televisão.

O certo era, que sabíamos tudo da vida um do outro. Seria impossível que ela não soubesse das minhas preferências pessoais, da minhas paqueras, dos meus filmes e dos meus livros. Acho que dava até um jeitinho de entrar no meu quarto, quando não me encontrava em casa. Nunca soube, mas ela devia ter uma cópia das chaves da casa. Isso não me incomodava em nada.
Isolados há dias e quase completando um mês, a vontade e a necessidade de dá uma foda saltava pelos olhos, tanto em mim quanto em titia Laura,
Ela me observava e eu a observava, com o pecado do incesto estampado nos nossos rostos. Havia dias em que ela percebia minha inquietação e a tremenda ereção, que não dava pra esconder. Ria disfarçadamente, e indagava com uma pintada de cinismo:
— Que é Toni? Que é que você tem?

Respondia com qualquer desculpa e via-a esfregando, dissimuladamente suas virilhas, seus seios e a bunda. Esses gestos, só aumentava mais ainda a minha excitação, e demonstrava que ela, também, estava subindo as paredes de vontade e tesão.
A pandemia havia chegado no final de Fevereiro e já estávamos em Junho. Portanto mais de quatro meses sem fazer sexo. Ela sem ver um pinto, e eu sem tocar numa xana.
A gente estava explodindo, e as bronhas e as siriricas não nos contentavam e nem satisfaziam a mais natural da necessidade humana. E isso, nem ela e nem eu podíamos negar.
Estávamos presos na mesma casa, entre quatro paredes, éramos parentes, solteiros, livres para fazer o que bem entendêssemos.

Setembro havia chegado e num sábado, titia assistia ao jornal do meio dia da Globo, que falava, como sempre da contaminação e das mortes pelo Mundo e no Brasil. Entrei na sala pra assistir também e reparei que ela estava sentada no sofá, trajando uma saia um tanto curta, mostrando suas belas e torneadas pernas. Sentei-me numa poltrona, que ficava praticamente em frente dela, na extremidade esquerda do sofá, e pude observar, dissimuladamente, as suas coxas. Ela disse:
— As mortes estão aumentando assustadoramente, Toni! Não dá nem pra namorar, quanto mais … pra outra coisa!
Ri e retruquei:

— É mesmo tia. O Covid-19 esta deixando muitos mortos … e um batalhão de pessoas … subindo as paredes por esta “outra coisa” que a Sra. acaba de mencionar!
Ela abriu um largo sorriso nos seus vermelhos e carnudos lábios, e tornou:
— Você nem imagina Toni como estão essas pessoas privadas dessa “outra coisa”. Muitos moram sozinhos. Outros não tem parceiros cotidianos e não podem recorrer a ninguém fora de casa, não é?
Tornei a rir, dizendo:

— Sinceramente titia, estou comparando essa doença com a AIDS. A gente não pode se tocar. Procurar um estranho ou mesmo uma pessoa que já esteve com a gente, é arriscado demais. Não se sabe se está contaminado ou não!
Conversando e olhando a televisão, estávamos atentos aos menores movimentos um do outro. Ela olhava-me de cima abaixo, e eu de quando em quando mirava suas grossas coxas, que naquelas alturas, mexendo-se sobre o sofá, ela entreabriu um pouco, deixando entrever um estreito vão rosado, com um fundo escuro, que não dava pra distinguir se era o tecido da calcinha ou os pelos pubianos.
Só essa visão mexeu com minha libido, e em instantes, instantaneamente, como num passe de mágica, meu cacete endureceu feito pedra, ferro ou aço. O volume cresceu dentro do meu shorts de pernas largas, e vi que titia olhou sorrateira, contraiu o canto da boca e passou a língua pelos lábios. Ouvi-a suspirar e apertar as coxas, como se estivesse tendo um orgasmo.
Mas logo, afastou-as e toda a extensão de suas coxas ficou a vista.

Parece que voluntariamente, por descuido ou por pura provocação, deixava meus olhos verem a cor da sua calcinha. Era de um cinza escuro, e aparentava ser os pelos de sua xoxota.
Remexi-me na poltrona, procurando esconder minha excitação, mas não conseguia. O membro escapuliu pela perna direita, pelo cós do folgado shorts e sem que pudesse fazer nada, a cabeçorra ficou a mostra.
Titia Laura quase teve um troço. Arregalou os graúdos olhos, encheu a boca de saliva, voltou a lamber os lábios, completamente descompassada.
Olhando nos meus olhos, balbuciou:
— Toni! Por Deus … não …faça … isso … comigo … não!
Encarando-a, fiz-me de desentendido e perguntei:
— O que titia? Que estou fazendo?

Ela desviou os olhos castanhos e brilhantes para a minha virilha e tornou, num gemido:
— Isso .. aí … Toni! Está… de … fora! Quer… me … deixar … louca … varrida!
Olhei para a glande do meu pinto, amorenada, e para o entre pernas dela, ainda com a calcinha à mostra e retruquei:
— Como posso escondê-lo titia, se a senhora deixa a calcinha à vista. Não posso e não tem como evitar essa tesao!
Ela soluçou, gaguejando:

— Santo… Deus! Estou… babando … sobrinho! Toda… molhada! Doida … pra … cometer … uma … loucura! Que … perdoe … Leni … minha … Irmã …. e José …. meu … cunhado! Mas, … não … dá … pra … resistir! Vem … querido … me … possua! Mate … minha … vontade … e … a … sua!
Foi exatamente o que estava esperando. Titia Laura se entregou. Me convidou para fudê-la. E não podia perder a chance. Por isso não pensei duas vezes. Levantei da poltrona, arriei o shorts e fui pra cima dela com a pica em riste, que babava feito uma cascata. Rápido, arranquei-lhe a calcinha e sem prestar atenção nas suas pudendas, enfie-me entre as suas pernas como um verdadeiro garanhão no cio.
Titia Laura caiu pra trás sobre o acolchoado assento, escancarando as coxas, para receber a minha herança na sua vagina. A glande resvalou nos seus pelos sem encontra a brecha direito mas o mais depressa possível pegou no meu pau, pincelou-o umas duas vezes, afastando os pelos e com a cabeça na fenda molhada e livre, pediu entre fôlego:
— Mete … Toninho! Mete … na … titia!

Ai , meu membro entrou numa caverna quente, apertada e escorregadia.
Era verdade. Titia estava completamente molhada.
Meu pau entrou macio, enquanto ela soltava exclamações sufocadas.
Estava tão úmida, que penetrei de uma vez, mas lentamente, para não machucá-la com meus 18 centímetros, por 5 de espessura. Apesar de tanta tesão, ainda pude controlar o bom senso. Uma mulher com mais de cinco meses sem ter relações sexuais, indubitavelmente, se encontrava estreita e carecia de um certo cuidado para ser possuída. Não estudei Psicologia, mas sabia que a mulher guarda na sua memória afetiva, o momento em que é possuída. Que pode ser prazeroso e gostoso, quanto insuportável e doloroso. E queria que titia guardasse uma boa lembrança da nossa primeira vez.

Só parei quando meus pentelhos se enroscou com os do púbis dela.
Aí, dei uma paradinha, tomei fôlego e iniciei uma vai e vem, indo até o fundo da vagina, fazendo titia gemer, suspirar e grunhir de puro prazer. Ela arreganhou as pernas dobradas ao máximo, e com meu peito sobre os seios dela, sentindo seu hálito e sua respiração nas minhas narinas, não resistir de pregar minha boca naqueles lábios carnudos e sensuais. Ela me abraçou, e como se estivesse fora de si, correspondeu ao beijo com tanta vontade, que em instantes chapávamos o interior de nossas bocas, trocando salivas e emoções indescritíveis.
Fademos como dois desvairados. Bati doido na buceta dela. Por mais de dez minutos, entrei e sair de sua vagina, e durante esse tempo, vez ou outra, nossas bocas se separavam, e titia sibilava, murmurava as mais desconexas frases. Gemia:

— O-o-o-oh! Oooohhh! Vou … vou … morrer! Aahh! Tô … go-zan-do! Aaaaaiiiii! Co-mo … é … bo-o-m! Me-te …To-ni! Mete … na .. titia! Me … faz … feliz! Me … faz …gozar … um … milhão … de … vezes!
Não a fiz chegar ao orgasmo um milhão de vezes, mas a cada gozo que ela soltava sentia as carnes internas de sua xana, contrair, apertar meu pênis como um alicate e da sua garganta escapar grunhidos incompreensíveis.
Beijava e chupava seu aveludado rosto, revirava seus lábios, e quando cheguei ao gozo,despejei uma enxurrada de sêmen, que encheu-a até as beiradas da vulva. Ela sentiu o calor da porra e num murmúrio indagou:
— Você … gozou?

Com um ronco, respondi:
— Gozei! Gozei gostoso!
Titia balbuciou, apertando o abraço e dizendo:
— Eu … também … gozei! Que … loucura … a … nossa!
Sem sair de dentro dela, perguntei:
— Está arrependida tia?

Ela tornou a apertar o abraço em volta dos meus ombros, e sussurrou:
— Não! De jeito nenhum Toni! Estou é contente e feliz! Matei essa vontade doida de sexo! Só isso!
Beijei-a na boca. Trocamos caricias e saí de cima dela, olhando-a de coxas abertas e vendo suas pudendas de pelos negros, bastos e hirsutos, assim, como a brecha alargada, molhada e encharcada do meu sêmen. Era uma buceta bonita. De virilhas largas, abaloada, parecendo uma grande mão em concha, no meio de um par de coxas carnudas e roliças. Olhando para meu membro brilhando com o muco de nós dois, indaguei:
— A senhora quer ir se lavar primeiro? Depois vou!

Mas ela fechando as pernas e erguendo o corpo para se sentar, disse:
— Vá! Lave-se! Vou logo assim que você terminar!
Deixei-a ali no sofá e me dirigir para o banheiro. Tomei um banho rápido e fui para meu quarto, pensando mil e uma coisa. Vesti um outro shorts e deitei-me na cama, refletindo no que tinha acontecido. Havia comido minha tia, a irmã de mamãe. E me perguntei! Como seria a nossa convivência daí por diante? A pandemia corria solta e fora a culpada daquele incesto. Como nos íamos olhar desse dia pra frente?
Será que ela estava realmente contente e feliz? Sempre a tinha visto como uma mulher moderada, responsável e seria, apesar de muitas vezes, observá-la em trajes indecentes, ver pedaços do seu corpo de fora. Porém, tudo dentro dos devidos respeitos.
Mas, agora, a gente tinha algo em comum. Que quisesse ou não, tínhamos cometido um incesto, e mesmo dentro de 10 ou 20 minutos, fomos amantes.

Ouvir o barulho dela indo para o banheiro. O ruído da água do chuveiro. Quando terminou e foi para o quarto.
Fiquei na cama o resto da tarde, pensando, e me perguntando o que titia Laura estaria pensando por sua vez.
Esta é outra história, que insisto em contar num segundo capitulo, sobre a minha vida ao lado de titia Laura.

AUTOR: ANTONY DELAROCHELLE ASA

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