Peladona do Trote Erótico

Oi, meu nome é Fernanda e tenho 19 anos. Sou evangélica, e até esse dia, o máximo que eu tinha mostrado do meu corpo eram minhas mãos e o meu rosto. Minha igreja não proíbe cortar os cabelos, que deixo na altura da base do pescoço. Sou loira, bem branquinha, tenho seios volumosos, com auréolas rosadas grandes e bicos pontudos. Minha cintura é bem delineada e minhas nádegas são grandes. Tenho pelos pubianos loiros, bem rasos e fininhos, fazendo um desenho perfeito. Eu sempre uso uma camiseta por baixo do vestido e uma ceroula. Sou da moda antiga, bem crente mesmo, sempre de vestido longo, e não uso sutiã nem calcinha. Sou virgem, e nunca havia tirado a roupa perto de ninguém, nem da minha mãe. Meu pai é o pastor da igreja.

No início do ano, passei em duas faculdades de nutrição. Eu cozinho muito bem, e faço pratos com minha mãe para as festas da igreja. Tenho um pretendente, filho de uma família bem posicionada, mas ainda não oficializamos o noivado, pois combinamos de falar disso depois da faculdade. Nem falamos de sexo, pois isso é assunto proibido entre namorados crentes, antes do casamento. Para me aliviar, de vez em quando eu me masturbo na cama, antes de dormir. Descobri a masturbação com 15 anos, em um dia que senti um calor insuportável vindo de baixo até os seios, e comecei a me tocar. Eu não sabia o que estava acontecendo, pois minha mãe nunca me falou nada sobre isso, mas aquela sensação de alívio descarregava toda minha tensão. Depois eu pensava que era pecado, mas que pecado gostoso que eu não conseguia largar. Quando ouvi uma conversa de minhas colegas na escola, dizendo que também faziam isso, fiquei mais aliviada, pois vi que era uma coisa normal de moças solteiras, que ainda não tinham tido relações sexuais.

Uma das faculdades em que passei fica na minha cidade, e a outra é bem distante. Eu teria que me mudar para estudar lá, e eu não queria, mas meu pai insistiu, e na verdade me obrigou a viajar para assistir a uma semana de aula, pois ele tinha estudado lá e achava aquilo o máximo. Nesse caso, eu ficaria na casa de uma família, também evangélica. Cheguei lá em um domingo, e não via a hora de passar logo aquela semana, para poder voltar para casa e dizer que tinha escolhido a faculdade mais próxima. As aulas eram de manhã, e à tarde eu ajudaria na igreja. Assisti a todas as aulas entediantes, e finalmente chegou a sexta-feira. Arrumei correndo as minhas coisas e já queria pegar o ônibus de volta à noite mesmo, mas marcaram uma bendita reunião de boas-vindas para o sábado à noite, e eu fiquei inconformada, mas tive que ir. Não levei carteira e nem chave, pois queria voltar logo para embarcar no dia seguinte de manhã. A família com quem eu morava ia para um retiro, e deixaria a chave com o vizinho, um rapaz de uns 25 anos de idade, que alugava a casa ao lado que também era deles.

A festa começou umas 20h no pequeno clube da própria escola. Perto desse clube, ficavam as repúblicas dos estudantes que se mudaram para lá. No início, eram poucas pessoas, mas de repente aquilo encheu, e eu me vi em apuros. Bebida, gritaria, algazarra, música alta, tudo comandado por um grupo de veteranos que invadiu a festa. Resolvi ir embora, mas vi os veteranos trancando o portão e tremi de medo, pois não tinha mais como escapar. Foi quando um veterano pegou o microfone e anunciou que ia começar o trote erótico, o que me fez estremecer ainda mais. Pensei mil coisas e em todas a violências que eu já tinha visto nos jornais e fiquei assustada. De repente, calouros começaram a correr apavorados e veteranos sacaram suas tesouras, quando eu me desesperei pensando que perderia os meus cabelos. Mas, percebi que eles não pegavam ninguém à força.

Quando encurralavam um calouro, começavam a negociar. Alguns tinham os cabelos cortados e eram rapidamente liberados. Os que não queriam cortar os cabelos, principalmente as meninas, deixavam que os veteranos cortassem suas roupas, sapatos, tênis e meias, ficando os rapazes de cuecas e as meninas só de calcinha e sutiã, e ainda tinha o pedágio. Os veteranos abriram o portão e puseram os alunos seminus para pedir dinheiro na rua em frente ao clube. Depois, recolhiam o dinheiro e tudo o que tivessem, como relógios, pulseiras e brincos, e mandavam os alunos correrem daquele jeito para os seus quartos de república. Eu gelei só de pensar no que ia fazer, pois não morava na república e a casa onde eu estava hospedada ficava a 2 quarteirões do clube. Não demorou muito, e duas veteranas e dois veteranos se aproximaram de mim. Os rapazes me olharam de cima abaixo, e uma delas falou: – “Olha o que temos aqui, uma crentinha”! Eu tremi com os olhares deles e não conseguia pronunciar nenhuma palavra.

Foi quando a outra veio com a tesoura em direção ao meu cabelo e eu gritei: – “Não, meu cabelo não”! Eles riram, e começaram a passar a ponta da tesoura no meu vestido. Um dos rapazes começou a falar aquilo que eu já esperava: – “Bom, nesse caso, podemos negociar sua liberdade. A regra é trocarmos seu cabelo por seu vestido. Você salva o seu lindo cabelinho loiro e nós cortamos a sua roupa. Depois, você vai para o pedágio”! Com aquelas palavras, o tremor deu lugar ao calor estúpido que eu sentia antes de me masturbar. O pavor de me expor seminua em frente a estranhos se misturava com uma sensação esquisita que me queimava por baixo e acendia os bicos pontudos dos meus seios. Concordei sem pensar nas consequências. Eles começaram cortando meus sapatos ao meio. Eram bem fininhos, e não foi difícil.

Eu não usava meias e já estava descalça. Cortaram meu vestido na parte de trás, começando por baixo, até chegarem em um único corte ao colarinho. O vestido era pesado e desceu de uma vez. Eles começaram a rir sem parar, e no começo eu não entendi porque, mas logo depois eu compreendi. Era por causa da camiseta branca que eu usava para segurar os seios e da enorme ceroula que ia quase até os joelhos. Como sou branquinha, fiquei vermelha de cima até embaixo, mas eu estava resignada. Era melhor sair de camiseta e ceroula do que de calcinha e sutiã, sem saber que a maior enrascada da minha vida estava só começando.

Perguntei a eles “Já posso ir para o pedágio”? Um dos rapazes falou: “Não, senhorita! A regra é clara. Calouras vão para o pedágio de calcinha e sutiã, e nós ainda não terminamos o serviço”. Eu não sei explicar em palavras o que senti naquela hora, mas só me lembro que o calor aumentou, quando eu me toquei que não usava calcinha e nem sutiã. Uma delas percebeu, puxou minha camisa para cima e gritou: – “Ela não usa sutiã”! A outra puxou a ceroula, exibindo minhas enormes ancas duras e completou: – “Nem calcinha”! Eu baixei a camisa e puxei a ceroula de volta, quando vi que uns volumes começavam a crescer nas calças dos rapazes, que estavam maravilhados com a possibilidade de terminar aquele trote com uma caloura completamente nua.

Só deu tempo de gritar: – “Não, por favor não”! Os dois rapazes seguraram minhas mãos e meus pés, quando senti o frio da tesoura passando por minhas costas. Puxaram minha camiseta, e ali eu estava tentando cobrir meus grandes seios com as mãos. A que puxou o que restou da camiseta deu um grito e soltou uma risada: – “Olha o tamanho desses bicos, e estão duros! A vadia está gostando”! Mal ela sabia da mistura de sensações que passavam pela minha cabeça.

Aquilo era hilário demais para ser verdade. Enquanto eu me preocupava em cobrir os seios, um dos rapazes foi muito rápido na ceroula, cortando-a de cima até embaixo. Eu tirei uma das mãos dos seios e colei à minha vagina, deixando as nádegas totalmente expostas. Eu não podia acreditar que aquilo estava acontecendo, mas estava. O vento da noite batendo no meu corpo, o que eu nunca tinha sentido, pois nem biquíni eu usava. Na verdade, eu nem ia à praia. Só pensei em sair correndo dali, mas um deles me puxou e falou: – “Não, não. Falta o pedágio! Vai pegar dinheiro no farol pelada”! Assim como fizeram com os outros, eles me mandaram correr de onde eu estava até o portão de saída.

Os outros calouros e veteranos pararam tudo para ver e começaram a gritar: – “Aí, peladona gostosa! Vai, rabetão! Cuzuda! Vadia! Corre pelada, safada! Tesão! Tesuda! Bunda gostosa! Bundão”! Como eu cobria o que podia dos meus seios e da minha vagina, não sobravam mãos para a bunda, que ficou totalmente exposta. Ao correr, eu rebolava sem querer, e isso os deixava loucos. Quem estava mais perto, conseguia ver os mamilos tentando escapar pelas mãos. Eu tampava bem a parte da frente da minha vagina, mas quem olhava bem abaixo da minha bunda, percebia os lábios carnudos da minha vulva, que àquela altura, começou a ficar molhada. Para meu desespero, eu estava gostando.

Ao atravessar o portão, resolvi liberar tudo. Pensamentos libidinosos e desconexos passaram pela minha cabeça. Lembrei dos comentários e comecei a fantasiar: -“ Já que estou aqui nessa situação, vou aproveitar a única oportunidade de ser uma puta”! Vi que ninguém ia abusar da minha virgindade e entrei na brincadeira. Tirei as mãos dos peitos e da buceta, e fui para a esquina pedir dinheiro. Os carros paravam e as pessoas ficavam em choque ao ver uma mulher pelada no trânsito. Meus veteranos vibravam, e consegui até um bom dinheiro para eles. Os gritos eram agora mais escandalosos: -“ Bucetuda! Xerecão! Peituda! Vagabunda! Xerecuda! Isso é o que eu me lembro, fora as cantadas: – “Vamos lá pra casa! Vou te comer de quatro! Vou arrombar esse cu”! Eu fui a estrela de uma noite que aqueles veteranos e calouros nunca mais vão esquecer. Teve uma hora que o dinheiro caiu e eu precisei me abaixar pra pegar.

O cara do carro ficou de pau duro na hora em que viu o meu cuzinho rosado, que eu precisei arreganhar quando me abaixei. No final, abracei meus quatro veteranos. Os dois rapazes não perderam a oportunidade de tirar uma casquinha. Um deles deu tapas na minha bunda durante o abraço e senti que sua pica estava dura quando me abraçou. O outro também estava de pinto duro e veio passando a mão desde a minha xereca até os meus peitos, o que me deixou arrepiada. Se não fosse virgem, ia foder com aquele macho ali na rua mesmo. Eles me liberaram e eu saí correndo pelada pela rua. Dei só uma olhadinha pra trás, e vi que os dois puseram as rolas para fora e começaram a bater punheta, enquanto eu corria. As pessoas sabiam que aquilo era resultado do trote. Algumas se escandalizavam, mas outras se divertiam e continuavam gritando: – “Caloura gostosa! Vem foder pelada”! Um rapaz veio me seguindo, abriu a janela e vi que ele também estava pelado no carro.

Tinha um pinto enorme e batia punheta olhando para mim, enquanto eu corria pelada. Desceu do carro um pouco a frente, pelado de pau duro, e gozou de jorrar, quase em cima de mim, quando eu passei pelada por ele, mostrando minhas tetas, minha xota e minha bunda. Nessa hora, eu já nem sabia mais onde estava, tamanha minha vontade de gozar, com a xana toda molhada, rebolando minha bundona a cada passo que eu dava correndo e balançando meus peitos firmes com os bicos totalmente duros de tesão, correndo pelada pela rua.

Mas, faltava uma parte, que era quando eu ia liberar o meu tesão. Tinha que pegar a chave com o vizinho novinho gostoso. Bati na porta, cobrindo minha xereca e meus peitos. Fiz cara de apavorada, contei que tinham cortado minhas roupas no trote e pedi a chave. Ele ficou em choque, mas não tirava os olhos de mim. Entrei correndo, não antes de rebolar bastante a minha bunda pelada para ele ver. Descobri os peitos e a buceta para abrir o portão, e notei que ele estava olhando. Entrei, parei na entrada da casa e, antes de abrir a porta da sala, meti a mão na buceta para me masturbar, quando vi que ele havia escalado o muro e estava espiando. Bati uma siririca gostosa e gozei gritando. Acho que acordei os outros vizinhos, mas eu tinha que extravasar o meu tesão daquela noite inesperada. Voltei no dia seguinte para a casa, e para minha vida normal, mas nunca vou me esquecer daquele sábado no clube da faculdade do interior.

Um dia, quando eu já estava no segundo ano, vi um grupinho conversando e rindo, vendo vídeos sobre trotes. Ouvi de longe alguém falando da peladona do trote erótico. Eu gelei na hora, e espiei o vídeo para saber se alguma coisa podia me entregar, mas como foi à noite, não dava para ver o rosto. Só aquela enorme bunda rebolando pelada do pátio até o portão, e um pouco da hora em que eu tirei as mãos das tetas e da xereca, caminhando para a rua. Dessa vez não deu para esperar chegar em casa. Corri para o banheiro, atolei a mão no meu bucetão e um dedo no cuzinho, e bati uma siririca ali mesmo, gemendo e gozando muito.