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A Cunhada safada

Publicado em 19 de agosto de 2022 por Cafetão

Talvez quase todos tenhamos alguma cunhada que já se insinuou, porém nada fazia, no meu caso eu quem fiz.
Todos nossos encontros em casa chamávamos a irmã de minha esposa com a família, sempre tive uma imaginação muito fértil então criei o habito de não me afeiçoar a certos pensamentos, homem sempre dá um jeito de achar que uma mulher quer algo a mais.
Certa vez em um desses encontros ela veio perto e brincou comigo.

“Nossa cu, (Nos chamávamos assim) você dá para um bom cozinheiro. ”
“Sua irmã que o diga, ela que está me ajudando. “
Percebesse que sempre tivemos conversas assim, minha esposa sempre foi muito discreta, porém não fazia cena quando estava perto, o teor sempre era sexual entre nossas conversas, mas nenhum assunto incluía nossos corpos.
“Eu posso experimentar para ver se esta gostoso? “

“Claro que pode…” – Ela tinha acabado de me dar uma mordida atrás do braço – “mas que porra é essa, você tem demência? Falei para experimentar a comida, a vai se foder. “
Minha esposa tinha visto a cena, chegou perto de mim, olhou com fúria para a irmã dela e não disse nada.
“Eu falo para você parar de dar mole para minha irmã, eu não confio nela. “ – Quando já havíamos chegado em casa.
“Já disse a você que não dou mole, apenas sou educado…” – Ela me interrompe.

“Você acha que eu vi ela te mordendo? ”
“Sei que viu, e também deve ter visto que eu não gostei do que ela fez” – O assunto morreu ali, não tinha como negar meu argumento.
Os dias se passaram, não era mais rotineiro nos encontrarmos, mas em certo encontro aconteceu de novo.
Estava fazendo um churrasco em casa, eu sendo o churrasqueiro, quase par ao fim do encontro, seu marido, nosso sobrinho e eu estávamos ao lado da churrasqueira, eles sentados virados para mim conversando entre si e as vezes me dando atenção, e eu olhando para todos.
Ela veio descarada como foi e perguntou se tinha mais carne, eu disse que sim e comecei a servir.

“Nossa cu, você já foi mais rápido. “
“Há, vai se foder. “ – Ela já se virando e ainda me olhando, mostrei-lhe o dedo médio, algo inusitado e apenas imaginado aconteceu, ela que já estava virada de costas, colocou a mão na bunda e abriu um dos lados, deixando a vista o short curto já enfiado.
“Enfia aqui. “ – apenas eu vi a frase solta no ar, dita apenas com o gesto dos lábios.
Não tive reação na hora, fingi que nada aconteceu e não tivemos mais “momentos” como esse naquele dia.
Os meses se passaram e novamente o acaso nos reuniu, certa tarde o carro deles tinha furado o pneu e não tinha macaco para levantar, minha esposa foi de carro e levou o macaco de nosso carro, porém esqueceu de pegar de volta.
Em uma dessas quarta-feira que você não espera nada fui buscar esse macaco logo de manhã.

Minha cunhada estava com uma leg preta, cavada, ela tem seus trinta e poucos anos, cintura fina, bunda grande (de família), olhos verdes, morena cor de jambo, baixinha com seus 1,53, peitos pequenos e não deixando de lado, mãe de três filhos, quase inacreditável, porém é a realidade.
Ela trabalha em uma rodoviária vendendo passagens, quando cheguei, algumas pessoas estavam sendo atendidas, esperei até ela ficar livre e fui no balcão.
“Eai cu, como estão as coisas? ”
“Até agora tudo em ordem, veio buscar o macaco? “
“Sim, quer ir lá logo? Quero ir para casa. “

“Vamos então. “ – quando ela se levantou foi expendido, aquela bunda gigantesca com uma leg, chega a ser crime.
Andamos até o carro, ela abriu a porta malas e começou a revirar as coisas lá dentro, o carro até que estava arrumado, vi o macaco logo quando ela abriu, porém não tinha visto outra coisa. Ela estava empinada, ela arrumou um jeito de apoiar a barriga e ficar empinada sem os pés no chão, estava um sol e tanto, com a luz diretamente na calça dela.

Vi o que eu não poderia ter visto, minha cunhada tem uma seria loucura com calcinha fio dentar, no dia estava usando uma branca.
“Olha cu, você vai me desculpar…” – ela iniciou um giro na cabeça para olhar para traz, porém apenas deu um gritinho fraco, minha mão já estava na bunda dela.
Não foi sentimento na hora, foi carnal, aquela bunda grande, redondinha, empinada e de calcinha fio dental foi além da minha consciência, apenas apertei, não bati, iria fazer barulho, segurei firme um lado daquela bunda, como se fosse uma criança segurando um doce.
“Ei, tira a mão daí…” – Ainda me encarando.

Eu tenho 1,84, 30 cm a mais que ela, 105 quilos, peso muito bem distribuído, sou relativamente forte para meu tamanho, se eu quisesse ficar ali, ficaria, porém, caiu a ficha, soltei a bunda dela e me desculpei.
“Para, não foi nada, você é homem. ” – Sorrindo de canto de boca.
Fiquei dias pensando naquilo e decidi tomar uma providência, todos os dias eu corria em torno de uma avenida perto de minha casa, nesse dia eu fui para a rodoviária, o tempo seria menor da corrida, então eu teria tempo para tentar algo.
Quando cheguei lá apenas um senhor já estava saindo do balcão, cheguei já suado da corrida e comecei.
“Como está hoje? “

“Nossa, está todo suado, estava correndo da polícia? “
“Claro que não…”- para testar a ideia – “…vim ver se você está de leg novamente. “
“Nossa…” – com um olhar de quem não estava esperando – “…bem direto hoje. “
“Talvez se eu for direto eu consigo pegar de novo. “

Sem reação e corando o rosto ela não disse nada, apenas me encarou sem resposta.
Passou a eternidade de cinco segundos, meu coração já estava na boca pela adrenalina.
“Tem alguém com você? “ – Perguntei porque ela não falava nada, depois da pergunta as bochechas dela ficaram ainda mais vermelhas.
Ela respondeu apenas com um gesto negativo do rosto, então continuei o ataque.
“Então deixa eu entrar, você já despachou o ônibus, temos um tempo. ”

O ataque tinha sido dado, meu coração pulsava descontrolado no peito, e se concordasse? Ou até se não concordasse?
Ela mudou a feição e disse. – “Tem uma porta nos fundos. ”
Tive dificuldade em andar até a porta, minhas pernas não estavam controladas, minha adrenalina subiu de tal maneira que quase não enxergava, mas, respirei fundo, me acalmei e bati na porta, ela abriu e me puxou para dentro.
Foi muito rápido essa parte, pois tinha uma cadeira de escritório naquela sala pequena atrás no balcão, alguns amontoados de papeis e eu sentado naquela cadeira com ela sentada no meu colo me beijando com tanta força que eu achei que iria acordar a qualquer momento.
Não demorei para entender o que ela queria, muito menos perdi a chance de pegar agora com as duas mãos naquela bunda maravilhosa.
Após ela saciar a sede de sentar no meu colo me beijando ela comenta.

“Você não faz ideia de quando tempo eu espero por isso, hoje eu vou dar para você. “ – Como eu disse no início, minha cunhada sabe falar safadezas, mas fazer eu iria saber agora. Ela se levantou, virou de costas, e começou a tirar a leg, vagarosamente, a calcinha vermelha sendo mostrada quase em câmera lenta, após baixar a calça e jogando-a para o lado veio de costas e parou na minha frente.
“Agora você pode pegar”

Eu peguei, isso é obvio, porém não do jeito que ela queria, peguei o braço dela, trouxe a para um beijo gostoso, peguei na bunda dela, levantei-a e a coloquei em cima de uma mesa, jogando os papeis para o chão.
Fui beijando a boca, o pescoço e descendo cada vez mais, eu queria saber o que ela escondia de baixo daquela calcinha. Ela já se desvaindo, abriu as pernas, eu apenas tirei de lado a calcinha e abocanhei aquela deliciosa vagina, molhada de prazer, me lambuzei com ela segurando meu cabelo, apertando minha cabeça para dentro dela.

“Para, para, é minha vez…” – Ela me empurrou, me levantou, me deu um beijo e desceu direto se ajoelhando, ela queria mais.
Tirou meu short já com meu membro quase estourando minha cueca, mordeu-o por cima da cueca e bem devagar começou a beija-lo, retirou minha cueca bem devagar e cada centímetro que meu pau saia da cueca era um a mais que entrava em sua boca. Ela o devorou, o que ela não conseguia engolir, ficava tentando e tentando até engasgar e parava para respirar.
Peguei o cabelo dela e forcei a entrada de sua garganta mais um pouco e retirei-o de sua boca.
“E quero você! ” – Levantando ela e subindo-a novamente na mesa.

Apenas passei ele de cima a baixo naquela vagina já escorrendo e empurrei sem dó alguma para dentro dela.
“Ain, calma, vai devagar” – e fui devagar, porém até esconde-lo dento dela.
Ela não parando de me beijar apenas soltava alguns sopros em minhas idas e vindas, ela estava em calafrios, toda arrepiada, foi pelo menos para mim a primeira vez que vi uma mulher querendo realmente dar daquele jeito.
Continuei ali por uns 5 minutos eu acho, naquele movimente e entra e sai, as pernas delas cruzadas em minha bunda me fechando para não sair.

Se ela gozou eu não sei, mas em certo momento ela de vampira sanguinária pareceu uma gata arisca, se estremeceu e não deixou eu tirar de dentro dela, apenas me segurou com toda sua força, não me deixando escolha a não ser ficar dentro. Nesse momento minhas costas pediam um remédio, ela cravou as unhas em minhas costas de um modo que eu achei que iria arrancar a pele.
Obvio que não me segurei, tirei ela da mesa já que não queria me soltar e fui sentar na cadeira.
“Para… por… favor… só… um minuto”

Ela destravou as pernas e me deixou sentar na cadeira, continuei o movimento com a mão na bunda dela, porém ela não queria mais aquela posição.
Se levantou de uma vez e ficou de costas, agachou um pouco e enfiou de novo, sentando igual uma dançarina de funk.
Eu que depois disso estava quase gozando não queria perder a chance, me levantei junto a ela e sem precisar falar ela colocou as mãos na mesa, empinou a bunda e ficou me esperando, coloquei dentro dela novamente e continuei socando, com vontade, se alguém estava lá fora eu não queria saber, apenas queria foder ela daquele jeito na minha frente.
“Não… goze… dentro”

“Eu quero gozar na sua boca” – Respondendo ela enquanto a segurava pela cintura, em uma sintonia de vai e vem que eu já não aguentava mais.
Quando tirei meu pau de dentro dela, o movimento foi tão rápido que me lembrou uma cadelinha com sede, ela não falou, não gesticulou, apenas se agachou de impulso e o colocou na boca, sugando, tirando todo leite que eu poderia fornecer. Eu estremeci, ela sugando meu pau enquanto eu acabava de gozar foi quase dor, com prazer, eu nem saberia descrever.

Ficou ainda quase um minuto mamando, indo e vindo o máximo que conseguia sem engasgar e o tirou da boca.
“Docinho…” – limpando o canto da boca com as costas da mão. – “Você…” – Antes dela terminar alguém bateu no vidro do balcão, nos assustamos, porém, ela ainda respondeu. – “Pode falar”
“Quanto está a passagem para tal cidade” (Não convém eu dizer)

“Só um minuto, pode sentar nas cadeiras de lado que eu te chamo. ”
Ela se levantou segurando a leg com uma das mãos e me deu um beijo no peito, sim no peito, não me pergunte o porquê.
“Eu quero de novo, agora, vai embora, acho que já deu tempo de sua corrida. “
Finalmente me troquei e fui embora, como se nada tivesse acontecido.

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