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TREPADA DIFERENTE

Publicado em 14 de janeiro de 2022 por Cafetão

Já falei algumas vezes em outros contos que não gosto de violência. Não me dá tesao e as vezes pensar nisso chega a me broxar. Claro que uns tapinhas no bumbum, ou na cara em um momento certo podem ajudar bastante mas passar disso é complicado. Pelo menos era o que eu achava até o dia em que saí com o Lucas.

Já estávamos conversando havia bastante tempo, ele é um rapaz bacana, estava fazendo faculdade, mais jovem do que eu, forte, bonito e inteligente. Namorava garotas, era popular entre elas e eu o encontrara em uma sala de bate-papo sexy e a conversa rolava bem gostosa havia naturalidade em falar de sexo entre nós e claro, nao demorou muito para que ele confessasse que tinha um enorme tesao em coroas gordinhos e lisinhos como eu.

QDo eu sei que causo tesao nos meninos mais jovens fico louco para experimentar o mais rapido possivel. Como dou meu cu desde os doze anos, ja dei para tantos meninos, homens e coroas que ja perdi a conta de quantos pintos já conheci. Adoro dar prazer e claro que para o Lucas, eu também queria dar.

Marcamos no centro da cidade em que moramos, parei no lugar combinado e ele entrou no carro assim que desceu do ônibus, nos cumprimentamos e seguimos para um motel que eu conheço na estrada já bem afastado da cidade. Entrando no motel, escolhi um quarto sem garagem, assim eu poderia deixar o carro no páteo do motel e subir pelas escadas até o quarto. Lucas não se importava e eu adoro ver e ser visto andando pelos corredores de um motel. Chegando bem pertinho da porta do quarto que iríamos entrar, ele me pegou com os braços pela cintura, me jogou contra a parede e começou a beijar meu pescoço , ainda no corredor!

Ainda no corredor, enfiou a mao dentro da minha calça de moleton e procurou minha bunda, começou a apertá-la com força, machucando e me fazendo sentir dor. Aquela dor me deu um tesao que eu não estava acostumada. Com a outra mão, pela minha barriga me empurrava contra o corpo e senti o tamanho do pinto que eu iria sentir dentro de mim. Grande, grosso e duro.

Com a mesma força com que me jogou na parede, Lucas me empurrou na direção da porta do quarto, abriu pois ele estava com as chaves, me empurrou para dentro, me agarrou novamente mas desta vez foi para me dar um delicioso e inesperado beijo na boca. Sua barba encostando no meu rosto me deixou mais louca ainda de tesão. Meu cu piscando de vontade daquele garoto louco para meter em mim e ainda por cima beijava tão gostoso.

Depois de aproveitar bastante o beijo, Lucas então me virou novamente, começou a me despir inteira. Calça, camiseta, meias e me jogou de bruços na cama, me deixando de bumbum empinadinho para cima. Olhei para ele e ele também já estava praticamente pelado e aquele pau enorme, imenso, duro e apontado na direção do meu bumbum. Ele então se jogou na cama e caiu de boca na minha bunda com uma vontade louca de beijar meu cu, esfregava a língua nele, cuspia e voltava a lamber.

De repente em um movimento rápido, ele segurou meu pescoço com uma das mãos , se levantou e com a outra mão pegou a cabeça pau e apontou bem na portinha do meu cu e em um movimento só, se jogou com toda força para cima do meu corpo, se deitando de uma vez sobre mim.

Aquele peso todo caindo em mim, fez com que toda aquela tora de rola entrasse de uma única vez pelo meu cu, ardendo minhas pregas e indo bater fundo no meu cu, tocando bem no fundo de mim.

A dor era insuportável. Pedi para ele parar e sair de dentro de mim mas parecia que aquilo dava ainda mais tesao naquele homem! Ele bombava mais ainda. Eu não conseguia sair debaixo dele porque ele me segurava pelo pescoço e apertava minha cabeça contra o colchão ainda com mais força. Só sentia o quadril dele mexendo e batendo suas coxas na minha bunda. Meu cu já estava adormecido de tanta dor. Já não sentia mais nada. Nem tesão, nem dor, nada.

Sentia escorrer alguma coisa pelo meu saco e que com certeza estava sujando todo o lençol e o colchão. Pela fúria com que ele me estuprava naquele momento, parecendo que iria gozar a qualquer momento mas parecia que já estava metendo há horas, devia ser minhas fezes escorrendo e sujando o pau dele, meu cu, o lençol e o colchão. Lucas não tinha nenhum problema com o que saia de mim naquele momento, só queria saber de se saciar e para se saciar o importante era meter aquela rola que para mim, ainda aumentava de tamanho a cada bombada, cada vez mais e mais fundo.

Com o cu todo dilacerado, sentia o vento dos movimentos dele bater no meu cu, Lucas me virou de lado sem soltar meu pescoço. Eu já havia desistido de me soltar daquele cara.Queria que ele demorasse ainda mais. De pernas bem levantadas, eu queria facilitar para ele meter ainda mais fundo e me arregaçar de vez. Eu só conseguia pensar em como o meu cu ficaria depois daquilo.

Lucas ainda me jogou novamente na cama, se deitou sobre mim de novo com todo o seu peso e de novo me bombou mais um monte de outras vezes e cada vez mais fundo até começar a meter uns tapas na minha cara , com toda a força, eram tapas fortes mesmo. Ele gritava e gemia e me chamava de viado filho da puta, de vagabunda do caralho, dizia que iria gozar e me encher de tanta porra e que eu jamais iria esquecer daquela trepada. Isso tudo sem parar de meter os tapas na minha cara!

Quando ele começou a gozar, eu senti o pinto dele pulsar dentro de mim e parecia que a porra grossa que ele despejava batia bem no fundo do meu corpo e queria escorrer de volta pelo cu. A sensação era maravilhosa, porque o cu ja estava tão aberto, tão arregaçado que já não oferecia mais resistência a nada. Mesmo ele gozando continuava a bombar com força o que fazia a porra escorrer do meu cu sujando ainda mais a cama…

Eu estava toda imunda, suada, com o suor dele por todo o meu corpo, com a minha bunda toda suja, meu cu imundo do que eu imaginava serem minhas fezes tamanha a violência com que fui estuprada mas quando me virei tentando me sentar para observar , pude ver a quantidade de sangue que havia escorrido de mim e ensanguentado todo o lençol e o colchão onde estávamos deitados. Com o cu ainda adormecido, passei a mão para ver como ele tinha ficado e realmente a abertura dele havia ficado realmente enorme e depois disso nunca mais voltou ao normal.

Fiquei ali, deitadinha de barriga para cima enquanto o Lucas tomava banho. A sensação de adormecido do meu cu foi diminuindo até desaparecer em uns vinte minutos e a vontade de gozar foi voltando.

Quando então ele saiu do banheiro, eu já estava pensando novamente naquela rola, apesar de ainda sentir as bofetadas que tomei na cara.

Deitei-o na cama , me coloquei ao lado dele, comecei uma chupeta com o pau dele ainda bem molinho e quando começou a ficar duro, subi nele e já sentei naquela rola linda e cavalguei por uns vinte minutos até gozar

Até hoje sinto meu cu se abrindo quando estou dando e me lembro da sensação deliciosa que senti ao ser estuprado por ele. Até hoje busco alguém para me estuprar novamente de forma tão gostosa como fui nesta ocasião.

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Comentários

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Roger
Roger
1 mês atrás

Delicia tbm adoro da meu cuzinho

Anônimo
6 meses atrás

Eu gosto muito de contos eróticos, eu tenho os relatos do meu mas não consigo publicar

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